ESG é um termo em
inglês muito usada no meio empresarial que significa environmental, social and governance e corresponde às práticas
ambientais, sociais e de governança de uma organização. O termo começou a ser
utilizado em 2004, numa publicação do Pacto Global chamada Who Cares Wins, publicada em parceria com o Banco Mundial. Ela
surgiu de uma provocação do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a 50 CEOs de
grandes instituições financeiras sobre como integrar fatores sociais,
ambientais e de governança nos mercados de capitais. Ao mesmo tempo, o PNUMA-FI
divulgou o relatório Freshfield
mostrando a importância de integrar os fatores ESG nas avaliações financeiras.
Atualmente o Princípios
para o Investimento Responsável – PRI, que possui mais de US$ 100 trilhões em
ativos sob gestão, cresceu cerca de 20% em 2019.
A compreensão e
aplicação das normas ESG pelas empresas brasileiras é cada vez mais uma
realidade. Atuar de acordo com as normas ESG pode melhorar a competitividade no
mundo dos negócios, tanto no mercado interno quanto no exterior. Sob o
escrutínio de vários stakeholders, o
ESG é um símbolo de força, reduzindo custos, melhorando a reputação e
aumentando a resiliência em meio à incerteza e vulnerabilidade.
Os 17 Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável – ODS da Agenda 2030 da ONU, reúnem os grandes
desafios e vulnerabilidades da sociedade como um todo.
De acordo com os
Serviços de Mudança Climática e Sustentabilidade da Ernest Young, as informações sobre ESG são essenciais para a tomada
de decisões dos investidores de hoje. Os padrões ESG são totalmente relevantes
para os ODS, o que é uma realidade das discussões do mercado de capitais.
No Brasil, a
relação entre os ODS e os negócios se reflete nas grandes empresas. De acordo
com pesquisa realizada com as empresas do Índice de Sustentabilidade
Empresarial – ISE – B3, 83% delas possuem processos para incorporar os ODS em
suas estratégias, metas e resultados.
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Texto adaptado do
Pacto Global.
Por Gessuelyton
M. De Lima – Eng Ambiental







