A noite desta terça-feira (11) foi marcada por um intenso confronto armado em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Um homem suspeito de participar do sequestro e da morte de Lucas Joaquim, de 27 anos, ocorrido em Curitiba, morreu após trocar tiros com equipes da RONE (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) e do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
A operação policial aconteceu na Rua Sílvio Cantele, no bairro Arvoredo. Segundo informações preliminares, o suspeito teria reagido à abordagem policial, iniciando o tiroteio. Moradores da região relataram ter ouvido os disparos. O homem foi atingido e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.
Na ação, uma mulher que estava com o suspeito também foi detida pelos policiais e encaminhada à delegacia para prestar esclarecimentos.
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O Desdobramento da Investigação
A operação em Araucária foi resultado direto das investigações sobre o sequestro e a brutal morte de Lucas Joaquim. De acordo com as primeiras apurações, a polícia identificou um veículo suspeito de ter sido usado na ação criminosa.
A partir do rastreamento do veículo, os policiais conseguiram identificar e localizar o suspeito, culminando na ação no bairro Capela Velha no início da noite desta terça-feira, 12.
Saiba do Caso Lucas Joaquim
O homem morto no confronto em Araucária é apontado como um dos envolvidos no crime que chocou Curitiba, no último domingo, 09. Lucas Joaquim foi sequestrado em sua casa, no bairro Sítio Cercado, por criminosos que se passavam por agentes do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
Câmeras de segurança registraram o momento em que os falsos agentes, vestindo uniformes táticos e coletes balísticos, levaram a vítima. Lucas foi encontrado morto no dia seguinte, com sinais severos de espancamento e tortura.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), segue investigando o caso. A polícia apura se o grupo usava o disfarce de policiais para cometer outros sequestros e execuções, e qual a ligação dos envolvidos com organizações criminosas que atuam na capital e na Região Metropolitana.
Por Felipe Vecchietti | Canal Araucity






