Prefeito reforçou que a obra de recuperação era necessária e explicou a cor amarela que o teatro ganhou
O jeito que ficou o Teatro Paiol após a reforma feita pela Prefeitura de Curitiba continua dando o que falar, em Curitiba. O prefeito Rafael Greca (PSD) respondeu às críticas de seguidores sobre o assunto. Segundo ele, a prefeitura vai “trabalhar no meio-termo de bom gosto”.
O prefeito reforçou que a obra de recuperação no Teatro Paiol foi necessária, pois era urgente pela ruína do telhado e por conta de outros problemas na estrutura da construção de 1906.
“A restauração era imperiosa pela ruína do telhado já com telhas de barro poroso”.
Sobre a pintura do Teatro Paiol, que deixou de ter aquele aspecto envelhecido e ganhou um amarelo que foi alvo da maior parte das críticas, Greca defendeu e explicou.
“A pátina amarela será trabalhada conforme orientação dos arquitetos. A técnica usada é a pintura a base de cal, para a proteção da alvenaria e que com a ação do tempo gradualmente devolverá o caráter rústico da fachada da edificação (efeito “desgaste” de cor e reboco)”.
Segundo a prefeitura, para o trabalho foram feitos estudos técnicos e a cor amarelada trabalhada conforme prospecção realizada por arquitetos especializados em patrimônio histórico.
O arquiteto Abrão Assad, responsável pelo projeto da obra de conversão do Paiol em teatro, em 1971, vai participar do processo junto com a Prefeitura.
“Vamos trabalhar no meio-termo de bom gosto. Não existe Patrimônio abandonado ou arruinado. Pátina venerável só traz o tempo”.
Nesta quinta-feira (16), a prefeitura reforçou que as obras no Teatro do Paiol acontecem para aumentar a durabilidade e melhorar as condições de uso do imóvel que estava com processo de degradação das paredes, graves infiltrações, com risco inclusive de colapso de toda a estrutura. “A obra da Prefeitura de Curitiba garante o uso do Teatro do Paiol, com segurança, por pelo menos mais 50 anos”.
Por Portal Banda B







