O Ministério Público do Paraná (MPPR) deflagrou nesta quinta-feira a Operação Fake Care , com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeitas de causar prejuízos milionários aos cofres públicos por meio de esquemas de corrupção na área da saúde.
A ação foi coordenada pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos (SubJur) e conto com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) , responsável pelo cumprimento dos mandatos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Paraná .
De acordo com as investigações, o grupo teria utilizado contratações direcionadas de uma empresa responsável por serviços de testagem domiciliar e levantamentos estatísticos para desviar recursos públicos . O esquema contava com o envolvimento de servidores de alto escalão da prefeitura , que receberiam propina em troca de irregularidades. O prejuízo ao erário já ultrapassa R$ 10 milhões .
Durante a operação, foram expedidos cinco mandados de prisão preventiva e determinada a suspensão das funções públicas de quatro investigados, com o consequente afastamento de suas cargas. Além disso, o Tribunal de Justiça autorizou buscas e apreensões em endereços residenciais, gabinetes na prefeitura e escritórios localizados em Curitiba e Fazenda Rio Grande .
O MPPR informou que, por determinação judicial, os nomes dos investigados e demais detalhes da operação estão sob sigilo , porém a grande imprensa divulgou em matérias durante a manhã de hoje, alguns nomes dos investigados que tiveram os mandados expedidos, entre eles o atual Prefeito da cidade de Fazenda Rio Grande.
- Marco Marcondes – Atual Prefeito da Fazenda Rio Grande;
- Francisco Roberto Barbosa- Atual secretário da fazenda e ex-secretário da saúde;
- Alberto Martins de Faria – Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Paraná;
- Samuel Antônio da Silva Nunes – Sócio da empresa investigada;
- Abrilino Fernandes Gomes – Sócio de empresa investigada;
Por Redação | Canal Araucity






